Vaca dissimulada
- Frederico Evandro
- 29 de ago. de 2024
- 1 min de leitura
No escritório, ela aparece sorrindo,
Com palavras doces, tece a trama,
Mas por trás do olhar cheio de brilho,
Esconde o veneno que inflama.
Com voz suave, espalha discórdia,
E semeia intrigas sem piedade,
Cada gesto é uma falsa memória,
Que cultiva a maldade em liberdade.
Vaca Dissimulada, sua arma é o engano,
Transforma amizade em amarga ilusão,
Mas o destino, em seu plano insano,
Mostrará que a verdade é a melhor lição.
Enquanto finge ser amiga leal,
Esquece que o espelho não mente,
O reflexo revela, no final,
A solidão de uma alma ausente.
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