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Seixo, o Grande Chefe.

  • Frederico Evandro
  • 1 de set. de 2024
  • 1 min de leitura

Seixo, o grande cacique,

Diz que sabe bem liderar,

Mas na hora de organizar,

As tarefas ficam a vagar.


Seus sinais são enigma,

Palavras confusas, uma fumaça sem sentido,

A tribo busca alguma rima,

Mas dele só vem desatino.


Promete caminhos e soluções,

Com arrogância sem igual,

Mas o caos reina nas decisões,

Avanço? O escambau!


Sua postura de Chefe é alta,

Mas falta-lhe a visão,

Ignora o que a tribo exalta,

Enquanto segue na contramão.


Seixo, grande rochedo,

Imóvel, teimoso, inabalável,

Sua liderança é um enredo,

De desordem inevitável.


Enquanto a aldeia gira e clama,

Seixo insiste em brilhar,

Mas, no fundo, só reclama,

E deixa tudo desmoronar.

 
 
 

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